5º Prêmio Dom Tomás Balduino de Direitos Humanos em Jornalismo será no dia 7 de dezembro

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No dia 7 de dezembro, às 19 horas, será realizada a cerimônia de entrega do 5 ̊ Prêmio Dom Tomás Balduino de Direitos Humanos em Jornalismo, no auditório da ADUFG Sindicato. Na ocasião também ocorrerá um ato de solidariedade ao Sindicato de Jornalistas da Palestina. O prêmio é uma iniciativa do Comitê Goiano de Direitos Humanos Dom Tomás Balduino, do Sindicato dos Jornalistas de Goiás, do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Direitos Humanos e da Faculdade de Informação e Comunicação da UFG.

O objetivo do prêmio é reconhecer e valorizar os trabalhos jornalísticos de jornalistas goianos e de estudantes universitários a partir do 3º ano dos cursos de Jornalismo e Rádio e TV, que abordam temas relacionados aos direitos humanos em Goiás, publicados no ano de 2022. Os trabalhos premiados são divididos em seis categorias: Fotografia, Texto Impresso, Web, Rádio, TV e Arte (charge, quadrinhos e ilustrações).

Além disso, em comemoração ao Centenário de Dom Tomás Balduino foi criada uma categoria especial que contempla dois temas ligados à trajetória de Dom Tomás Balduino: reforma agrária e povos indígenas.

O prêmio já homenageou 44 jornalistas e estudantes que produziram reportagens sobre personalidades e fatos marcantes da luta pelos direitos humanos em Goiás, como Irmã Guida, Frei João Xerri, Romerson Alves, Valdir Misnerovicz, Luiz Borges, Diessyka Lorena, Natalino de Jesus e Lázaro da Luz.

Para saber mais sobre os vencedores(as), seus trabalhos e homenageados(as) das edições anteriores, visite o site www.premiodhdomtomasbalduino.com.br.

Sobre o troféu comemorativo

O troféu deste 5º Prêmio foi criado pelo artista indígena José Alecrim, que se inspirou na identidade visual do Prêmio e no legado de Dom Tomás, cujas comemorações de seu Centenário de nascimento encerram-se esse ano. 

José Alecrim
José Alecrim

José Alecrim, de origem Kanela, é artista visual e designer graduado pela PUC-Goiás (2013). Pós- graduando em Artes Visuais, atualmente é professor Arte-Educador no Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte (SEDUC-Goiás), atuando na formação de professoras, professores e estudantes da Rede Estadual de Educação em projetos de implementação da lei no 11.645/08, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. 

Sua produção artística tem foco na educação antirracista, visualidade, multidiversidade dos povos indígenas, migrações, retomadas e presença dos povos indígenas nas cidades. Ele tem experiência em projetos gráficos, ilustração editorial e produção de livros. 

Conheça o Júri

Mariza Fernandes

Mariza Fernandes

Professora efetiva no curso de Jornallismo da Faculdade de Informação e Comunicação na UFG, Mariza é Doutora e Mestre em Geografia pelo Instituto de Estudos Socioambientais (Iesa) da UFG, na linha de pesquisa Dinâmicas Socioespaciais. Graduada em Comunicação Social – Bacharelado em jornalismo pela UFG e pesquisadora do Laboratório de Estudos de Gênero, Étnico-Raciais e Espacialidades do Instituto de Estudos Socioambientais (LaGENTE/IESA/UFG) e do Pindoba – Grupo de Pesquisa em Narrativas da Diferença, vinculado à Faculdade de Informação e Comunicação da UFG. Foi vencedora do Prêmio Pedro Krotsch de Estudios sobre la Universidad (2017) e do Prêmio de Popularização da Ciência, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC- GO), 2015. Membro permanente da Comissão de Heteroidentificação da UFG. Suas pesquisas abordam os seguintes temas: Ações afirmativas; relações étnico-raciais, comunicação e relações étnico-raciais, a temática racial na Geografia; interseccionalidade e raça. 

Noêmia Felix

Noêmia Felix

Jornalista e professora do curso de Jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Doutora em Comunicação e Sociedade, pela UnB (2017), com pesquisas na área de Jornalismo, Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Análise Discursivas. Mestre pela UnB (2005) com pesquisas na área de Comunicação e Política. Especialista em História e graduada em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás/UFG (1998). É diretora-executiva do site Onze de Maio (https://onzedemaio.com.br) e criadora e gestora do site de Jornalismo Ambiental (www.jornalismoambiental.net). Membra da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Jornalismo (SBPJor) e do Grupo de pesquisa de Jornalismo Ambiental, liderado pela professora Ilza Maria Tourinho Girardi, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFGRS. Parecerista do Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental, da Sociedade Brasileira de Pesquisadores de Jornalismo e da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Jornalismo. Seus temas de pesquisa são: Comunicação, Jornalismo, Meio Ambiente e Problemas Socioambientais, Desenvolvimento Sustentável, Análise de Discurso e Conteúdo, e da relação da Comunicação com a Política, Ciência e espaço público e cidadania. Ela foi responsável pela comunicação e orientação de alunos de Jornalismo no Programa de Estudos e Extensão Afro-brasileira (Proafro) da PUC Goiás. 

Pedro Henrique Albernaz

Pedro Henrique Albernaz

Militante do Movimento de Trabalhadoras e Trabalhadores por Direitos (MTD), bacharelando em direito pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e Assessor Jurídico Popular do Conselho Pastoral dos Pescadores (CPP). Teve atuação na criação da Campanha Estadual Parem os Despejos com intensa colaboração na Campanha Nacional Despejo Zero, que monitora ocupações urbanas e rurais em todo o País e esteve na linha de frente das articulações que permitiram a suspensão dos despejos durante a pandemia e originou as comissões de conflitos ou soluções fundiárias como mediação para proteção de direitos humanos de centenas de milhares de famílias em situação de vulnerabilidade no Brasil e em Goiás. 

Júri da categoria Especial

Na categoria Especial, foi formado um júri com integrantes da Comissão Centenário de Dom Tomás Balduino com defensores(as) de direitos humanos que trabalharam lado a lado com o bispo dominicano. São eles(as): Frei José Fernandes, Frei Marcos Sassatelli, Flavio Barbosa e Irmã Sandra, integrantes da Comissão Dominicana de Justiça e Paz do Brasil, e a jornalista Claudia Nunes, da coordenação executiva do Comitê Goiano de Direitos Humanos Dom Tomás Balduino. 

Texto com informações da Comissão Organizadora do Prêmio

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