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Mulheres jornalistas, à luta por direitos e contra a violência de gênero.

Mulheres de todo mundo estão hoje, Dia Internacional da Mulher, em luta contra a opressão, a violência, a misoginia, o racismo e o sexismo. Mulheres continuam em situação de desigualdade na família, no trabalho e na sociedade. Por isso, não há como se calar e a Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ soma-se às mulheres no grito por igualdade social, política e econômica.

No Brasil atual, em que vivemos um Estado de Exceção institucionalizado, as mulheres estão sob graves ameaças. A contrarreforma trabalhista, já em vigor, retirou direitos dos trabalhadores em geral e, mais uma vez, deixou as mulheres em situação de maior vulnerabilidade.

A reforma da Previdência, ainda que não esteja na pauta do dia, é outra medida patrocinada pelo governo ilegítimo de Michel Temer, que prejudica a classe trabalhadora e, indiscutivelmente, as mulheres.

No campo do Jornalismo, as jornalistas continuam tendo menos oportunidades na carreira e, por isso, ainda ganham menores salários. Além disso, são as vítimas preferenciais de assédio moral e sexual.

E as mulheres jornalistas, como as demais brasileiras, enfrentam outras batalhas: têm sobrejornada de trabalho em razão das tarefas domésticas, são vítimas da violência de gênero – do estupro ao feminicídio – e convivem cotidianamente com o machismo entranhado na sociedade.

Por tudo isso, nunca é demais denunciar! E sempre é necessário reagir, com coragem, determinação, organização e união.

A FENAJ diz não aos retrocessos políticos e sociais em curso no Brasil e em vários países do mundo.

A FENAJ celebra a força das mulheres brasileiras, em especial das jornalistas, e conclama todas à luta.

Pelos direitos das trabalhadoras!

Contra o desmonte da Previdência!

Pelo fim da violência de gênero!

Pelo fim do racismo!

Por um jornalismo sem machismo!

Diretoria da FENAJ

Comissão Nacional de Mulheres da FENAJ